vinham mães com filhos pequenos em busca de pensão por morte de seu companheiro. E nada podia ser feito, pelo fato do falecido ser trabalhador volante, que executava em vários serviços outros serviços fora do meio rural como pintor, pedreiro, etc. O famoso “bico” para completar a renda e o sustento familiar.

Estes brasileiros lutam assim, porque no meio rural não é suficiente, mesmo assim, a renda complementar é insuficiente para pagar um seguro do INSS, a fim de garantir sua qualidade de segurado e viver com um pouco mais de segurança.

Diante deste quadro a família fica desamparada aos intemperes que prejudicam as safras e a escassez de trabalho na cidade.

Não é mera teoria, há muitos casos reais. Um exemplo triste e real de um trabalhador volante, e chamado “bóia-fria΅, ganha pouco, sem garantias de trabalho contínuo e sem possibilidade de recolhimento do seu seguro, sofre um acidente no caminhão que transportava, e infelizmente ficou inválido permanentemente, e antes pessoa trabalhadora e saudável agora um deficiente. Lhe foi conseguido um amparo a deficiente, que deste salário mínimo tirava o sustento da família. A renda, apersar de ser mensal, era limitada ao salário. Infelizmente este trabalhador veio a falecer, com ele “morre” também o amparo que recebia.

Neste caso especifico, em que o amparo tinha a função de tratar da família, neste caso, o mesmo deveria ser continuado, principalmente quanto há filhos menores.

Esta família, fica então desamparada devido ao modelo perverso e frio, que o sistema do INSS impõe, que é a desqualificação por não pagamento de um GPS. Por outro lado, é brasileiro, paga muitos impostos através de suas compras e consumo. Esta é só mais uma estória triste entre milhares.

Assim um bom projeto de justiça social seria a criação do SEGURO AMPARO, no valor do salário mínimo, para estes casos em especifico.

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